Vinho Rosé: tenha sempre em sua adega

Descubra algumas propriedades dos vinhos rosés e saiba o porquê você deve tê-lo sempre em sua adega.



Certamente, umas das bebidas que combina com o clima Tropical do Brasil é o vinho Rosé. Isto é, carregado de leveza e frescor, faz dele um ótimo companheiro nos dias quentes. Além de perfeitamente harmonizar com os pratos da estação, como frutos do mar.

Os vinhos Rosés são descomplicados. Por isso, podem ser um terreno fértil para os iniciantes no mundo dos vinhos. A propósito os rosés têm boa acidez e aroma de frutas cítricas ou vermelhas.

Diferente do vinho tinto, o rosé passa menos tempo em contato com a casca das uvas tintas, resultando em uma bebida menos encorpada e mais delicada, justamente, pela pouquíssima presença de taninos.

Nesse contexto, a vinificação dos vinhos rosés caracteriza-se pela fermentação apenas do líquido extraído das uvas tintas (mosto); enquanto o restante, juntamente das cascas irão dar vida ao clássico vinho tinto, de tom vermelho profundo.

A tonalidade sensual do vinho rosé, portanto, é resultado de poucas horas da parte sólida com a parte líquida das uvas. Contudo, na categoria dos rosés existe uma profusão de nuances. E, isso está ligado aos tipos díspares de regiões, uvas, maturação, técnicas de elaboração e afins – que, também, proporcionam-nos diferentes experiências.

As técnicas de vinificação

Por ora, falaremos a respeito das técnicas de vinificação. Sendo assim, as três mais utilizadas são:

Maceração curta: é um método tradicional, no qual após o rompimento lento das cascas das uvas - cujas substâncias presentes são capazes de conferir pigmentação; seguido da liberação da polpa, inicia-se o processo de pigmentação do líquido que se forma. Esse método é o mesmo para os vinhos tintos.

O tempo (maceração) que o mosto ficar com as cascas, influenciará na tonalidade da bebida. Para os vinhos Rosés, a maceração deve ser curta, cerca de horas. Enquanto a maceração de vinhos tintos dura semanas.

Sangria: após a prensagem para o rompimento das cascas e a extração da polpa das uvas tintas, a bebida ficará macerando de modo a seguir a produção do vinho tinto. Nesse processo, é retirado (sangrado) cerca de 10% do suco, que irá fermentar em outro recipiente para dar vida a um rosé.

A vinificação feita por meio da técnica de sangria, geralmente, resulta em vinhos rosés mais encorpados e de coloração mais escura.

Corte: esse método é a simples mistura do vinho tinto com o branco, ambos já vinificados. É importante destacar que em alguns países, sobretudo os da Europa, essa técnica é proibida.

Como consumir

O vinho rosé é considerado descomplicado e descontraído em virtude de sua versatilidade. Ele combina com pratos leves, como saladas, queijos, culinária japonesa, carne branca e massas. E, sobretudo, tem a vantagem de não se sobrepor à comida.

As tonalidades mais claras de rosés harmonizam melhor com pratos que contém azeite, peixes e frutos do mar. Já os de tons mais fortes de rosés combinam com pizzas e massas carregadas de especiarias.

Uma dica é consumi-lo jovem - ou seja, no período de três anos a contar da safra estampada no rótulo, de modo a aproveitar o máximo potencial da bebida.

Pela razão de os rosés serem vinhos mais leves, podem ser tomados a temperaturas mais baixas (8°C a 11°C). E se tratando do Brasil, onde praticamente faz calor o ano todo, você deve sempre ter rosés em sua adega.

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Nossa recomendação é o Vinho Rozès Terras do Grifo Rose. Um vinho jovem, de cor rosa pálida e produzido na região do Douro - situada ao norte de Portugal. Apresenta aromas frescos, com notas de morango e framboesa. No paladar, o Rozès Terras do Grifo é fresco e elegante, com boa acidez e um final longo e persistente.

Se você já conhece o sabor inigualável desse vinho, compartilhe sua experiência nos comentários. E você que ainda não teve a chance de fazer desse rótulo exclusivo o seu predileto, visite-o em nosso site.

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